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NELSON RITCHIE
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Nelson Ritchie est né le 16 Mars 1987 à Dourdan, ville située à 50 km de Paris. Depuis son enfance, il à toujours été lié à la musique avec un père producteur et un oncle musicien professionnel. “ Primeiro Sinal”, est un album de nouveautés, composé intégralement de titres originaux. Nelson Ritchie voit ainsi la concrétisation de l´éffort personnel fourni pour ce premier travail, avec des influences romantiques, latines et rock,qui donne à cet album une touche de romantisme et de passion avec en plus l´expression de sentiments, souhaits et émotions de ce jeune qui a composé en grande partie les titres de ce Cd et voit ainsi réaliser son rêve. Il faut noter dans ce travail le titre “Só quero ser o teu herói” une chanson latino, rythmée qui montre bien l´âme de ce chanteur et qui transmet toute la nature et la sonorité des titres rencontrés dans cet álbum “ Primeiro Sinal”. 13 chansons vibrantes que nous ne pouvons pas laisser de côté. “ Primeiro Sinal”, l´album de nouveautés de Nelson Ritchie , un Cd à ne pas perdre.
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Zé AMARO
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Zé Amaro iniciou a sua vida art ìstica 1998 com a participação no programa « Chuva de Estrelas « seguindo-se em 1999 « Cantigas da Rua « , em 2000 junta-se ao grupo « Trio os Boémios » onde permanece por oito anos, saindo apenas por incompatibilidade de agenda.
Em Abril de 2007 é lançado o seu primeiro àlbum a solo intitulado « o coração da Gente Chora « , onde se pode encontrar musicas de grande sucesso tais como « O coração da Gente Chora » , « Agarradinho » e « Mentira Dela ».
No seguimento do enorme sucesso do àlbum de estreia e apòs inumeros espétaculos por todo o mundo salientado Estados Unidos, Caraibas, Venezuela, França e Suiça, em Abril de 2008 é lançadoum novo àlbum intitulado « Nortenho de Coração « do qual jà se pode ouvir nas ràdios portuguesas novos sucessos tais como « Nortenho de coração « , « Abre a janela » e « Menina Feia (aldeia) » .
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LEANDRO
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A música portuguesa ganhou um novo cantor romântico. Leandro, está de volta com um álbum surpreendente e inovador. Após o sucesso obtido com o álbum de estreia, Leandro, regressou aos estúdios de gravação. Agora a fasquia está muito mais elevada! Após ter alcançado todos os objectivos a que se propunha, Leandro, a jovem revelação da música ligeira em 2007, apresenta um álbum que mais uma vez demonstra sem margens para dúvida, as capacidades vocais e interpretativas deste cantor. Com uma orquestração cuidada ao pormenor para a qual foi determinante a gravação ao vivo dos músicos. “Tudo por amor” o nome deste álbum de inéditos, é certamente o cd que encerrará em pleno o ano de 2008 em termos musicais. Leandro, é um nome já firmado e confirmado, nos top's de vendas e play list das rádios de norte a sul do país, este será um cd que irá conquistar não só o público em geral, mas irá convencer a critica pela forma profissional e apaixonada como este cantor se empenhou na sua carreira. Leandro apresenta “Tudo por amor” uma aposta segura no sucesso. 01.Que mal te fiz eu (diz-me) 02.Fiquei sem ninguém 03.Tinha que ser, tinha que ser 04.Qual de nós os dois 05.Sei que vais deixar-me só 06.Tu tens o amor em ti 07.Já que tu não me queres 08.Falsa (tu foste) 09.Diz-me que o vais esquecer 10.E de homem p´ra homem 11.Vai ter com ela (por amor)
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ROSINHA
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Nasceu numa manhã fria de Inverno a 5 de Janeiro de 1971. Foi crescendo, e aos 10 anos de idade despertou em si o gosto pela música. Inscreve-se numa escola de música na localidade de Pegões Velhos e aí começou a dar os primeiros passos musicais. O gosto pelo acordeão foi algo natural sem que ninguém a tivesse pressionado a evoluir neste instrumento musical.
Depois de várias apresentações na escola de Pegões, com excelentes resultados, participou em vários concursos e festivais nos quais teve muito sucesso.
Depois de alguns anos de desenvolvimento e aprendizagem musical, decidiu entrar no Instituto Musical Vitorino Matono em Lisboa para evoluir a sua técnica musical.
Quando obteve os conhecimentos adequados e suficientes para começar a tocar profissionalmente, Rosinha tomou a iniciativa de começar a actuar em várias festas, tornando-se numa acordeonista e vocalista de grande sucesso, realizando vários espectáculos no estrangeiro para as comunidades emigrantes.
A grande oportunidade surge em 2007: o convite para gravar um álbum de originais surge pelo compositor/produtor Páquito, e Rosinha consegue concretizar mais um sonho. Promovido e agenciado pela produtora Moínho da Música.
O primeiro álbum tem por título Com a boca no pipo e tem na sua totalidade um género musical muito brejeiro/popular bem ao gosto dos simpatizantes da música popular portuguesa.
Em 2008 lança o seu 2º trabalho Só quer é fruta, um disco como o primeiro, alegre e muito divertido.
Depois do grande sucesso dos seus dois CD’s em 2009 reaparece com Eu levo no pacote.
Nos espectáculos, Rosinha, para além de interpretar os temas, vai tocar acordeão ao vivo, instrumento muito estimado pelo público português.
Curiosidades: Gosta de andar de bicicleta e de ler, a sua cor preferida é o preto, adora qualquer prato de bacalhau e é apaixonada por todos os animais (aves e outros animais de estimação).
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Antonio MOURÃO
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Com o nome artístico de António Mourão, António Manuel Dias Pequerrucho, (Montijo, 3 de Junho de 1936) é um fadista português.
Biografia
Foi ao cumprir o serviço militar obrigatório que a sua voz começou a dar nas vistas. Passou a cantar, como amador, nas casas de fado de Lisboa.
Em 1964, foi contratado para a Parreirinha de Alfama, casa típica de Argentina Santos. Foi ali a sua estreia profissional. A verdadeira notabilidade foi ganha em 1965 através de uma peça de teatro.
Na revista “E Viva o Velho”, no Teatro Maria Vitória, interpretou Oh Tempo Volta Para Trás, que viria a ser um dos maiores êxitos da história da música portuguesa.
António Mourão tornou-se num cantor muito popular, pelo que, de forma natural, percorreu o país e chegou a cantar em vários palcos no estrangeiro, em países como Estados Unidos, Canadá, Austrália, Venezuela, África do Sul, França e Alemanha.
Também gravou outros temas marcantes, de fado e de folclore, como Os Teus Olhos Negros, Negros, Chiquita Morena, Oh Vida dá-me outra vida, Fado do Cacilheiro ou Varina da Madragoa.
Sucessos musicais
Estes e outros sucessos foram registrados em mais de uma vintena de álbuns.
* “É Sempre Sucesso (1968)”,
* “Folclore das Províncias (1970)”,
* “Meu Amor, Meu Amor (1971)”,
* “Se Quiseres Ouvir Cantar (1973)”,
* “Oh Razão da Minha Vida (1984)”,
* “Não Há fado sem Verdade (1989)”,
* ou as colectâneas “Álbum de Recordações (1984)” e
* “Oh Tempo Volta para Trás (1992)”.
Apesar de ter sido muito premiado e acarinhado pelo público, António Mourão acabou praticamente por se retirar do mundo artístico nos anos 1990. |
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Fernando FARINHA
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Fernando Farinha (Barreiro, 20 de Dezembro de 1928 (oficialmente 5 de Maio de 1929) - 12 de Fevereiro de 1988), foi um cantor português de fado, que ficou conhecido como o Miúdo da Bica.
Biografia
Fernando Tavares Farinha, ainda criança veio residir para Lisboa com os pais, – os tempos eram difíceis e o seu pai, barbeiro de profissão decide tentar a sorte na capital, para uma recatada casa no bairro da Bica, onde viveu mesmo quando o sucesso fez dele uma estrela nacional.
Aos 7 anos já cantava e entrou em vários concursos infantis, teve tanto êxito que passou a ser chamado de “Miúdo da Bica”, por esta altura foi convidado para mascote da Marcha da Bica 1935. Em 1940, grava o seu primeiro disco EP com quatro temas: Descrença, Meu Destino, Tem Juízo Rapaz e Sempre Linda.
Em 1942, estreia como atracção no Teatro na revista “Boa Vai Ela”, em que também entrava Hermínia Silva, mais tarde nos anos sessenta ainda é atracção na revista “Sal e Pimenta”
Em 1951, tem a sua primeira deslocação ao estrangeiro indo ao Brasil onde teve grande aceitação.
Em 1955, comemora as suas “Bodas de Prata” de carreira artística no Coliseu dos Recreios em Lisboa e é premiado com a Guitarra de Prata.
Em 1957, a Rádio Peninsular atribui-lhe o galardão de a “Voz mais portuguesa de Portugal”
Ente finais dos anos 60 em diante faz digressões artísticas por todo o mundos, Bélgica, França, Inglaterra, Alemanha, África do Sul, Argentina e E.U.A.
Fernando Farinha faleceu no dia 12 de Fevereiro de 1988. |
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Dino MEIRA
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Biografia
Dino Meira nasceu em Espinho no dia 11 de Setembro de 1945, abandonando muito cedo Portugal, ao partir com a família em direcção ao Brasil, e depois aos Estados Unidos, onde viveu até aos catorze anos.
A música de Dino Meira encontrou maior procura no mercado Norte-Americano, entre os emigrantes radicados nesse país. O sucesso foi tal que Dino Meira chegou mesmo a apresentar um programa de televisão transmitido para a comunidade lusófona.
Durante o Verão, eram constantes as viagens do cantor a Portugal, onde realizava concertos em festas populares e romarias um pouco por todo o país, e foi na década de 80, que conquistou um lugar no panorama musical nacional.
Dino Meira sagrou-se no mercado discográfico com êxitos como Negro Destino, Zum Zum Zum e O Homem Vestido de Branco, todos editados pela Polygram.
Já para a Sony Music, o cantor lançou o álbum Voltei, Voltei, no início do Verão de 1993. O êxito do registo confirmou-se no mês de Agosto, altura em que o artista recebeu o disco de ouro, resultado de um volume de vendas iguais ou superiores a 40 mil unidades.
Foi também nesse ano que Dino Meira faleceu, no dia 11 de Novembro, vítima de um enfarte do miocárdio. O cantor preparava-se para partir em direcção ao Brasil, para uma digressão que considerava de grande importância, uma vez que iria funcionar como um teste do visual a utilizar na temporada seguinte de espectáculos.
Com uma média de 150 concertos realizados anualmente e perto de vinte LP's gravados, Dino Meira morreu desiludido com o mundo em que vivia, pelo que disse numa das suas últimas entrevistas o mundo está carente de valores morais. Sinto muita pena.
Os êxitos do artista hão-de circular por Portugal ainda por muito tempo, dado que o cantor foi um dos artistas mais afectados pelo chamado fenómeno da cassete pirata, que se traduz na reprodução ilegal dos seus registos.
Discografia
* Grandes Êxitos (1981)
* Êxitos de Verão (1984)
* Saudades (1986)
* Sucessos Populares (1987)
* Primeiro amor (1989)
* Amanhecer Junto a Ti (1991)
* Uma Vez na Vida (1992)
* O Melhor de Dino Meira (1992)
* Os Maiores Sucessos (1993)
* Voltei (1993)
* O melhor de Dino Meira (1999)
* A arte e a música (2004)
* A arte de bem cavalgar na lezíria (Hits de Agosto) (2006)
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TOY
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Ums dos mais populares cantores portugueses
Toy iniciou muito cedo a carreira artística, mas foi na Alemanha que editou o seu primeiro trabalho discografico
em colaboração com o grupo alemão Prestige.
Passou oito anos na Alemanha e em 1984 regressa a
Portugal com uma gravação de dois temas que deram
origem ao seu primeiro single “Dias de Paz”. Seguiu-se o
single “Depois de Ti” e em 1998 usando já o nome de Toy lançou
o seu terceiro trabalho “Mulher Latina”.
Em 1989, lança o tema “Mãe” juntamente com uma cassete que incluía nove temas editados posteriormente em LP. Um ano mais tarde participou com o tema “Mais e Mais” no Festival
da Canção da RTP, obtendo o 2ºlugar e o prémio de interpretação.
O trabalho discográfico de Toy é vasto e inclui grandes sucesso como “Anjo Vingador”,
“Quem é Quem é”, “Champanhe e Amor”, “Estupidamente Apaixonado”, entre outros. Recentemente, produziu a banda sonora da telenovela portuguesa “Olhos de Água”.
Toy é cantor, compositor, produtor, arranjador e autor de mais de duas mil músicas que
foram êxitos também nas vozes de Ágata, Marco Paulo, José Malhoa ou Tony Carreira.
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Micaela
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Data de Nascimento:22-06-1979
Nome Verdadeiro:Ana Micaela Moreira Figueiredo
País de Origem:Portugal
Ana Micaela Moreira Figueiredo, de seu nome completo, nasceu a 22 de Junho de 1979.
A sua carreira musical inicia-a logo aos sete anos, cantando num espectáculo em Coimbra. E é já alguns anos mais tarde, em 1995, que a editora Sucesso a descobre e com ela assina um contrato discográfico. Micaela desdobra-se então em concertos (uma média de cem por ano), não só em Portugal, mas também no estrangeiro, nomeadamente França, Suíça e Alemanha. Em 1996, é editado o seu álbum de estreia, Menina Cigana. Um ano depois, segue-se Desliga A Televisão, cujas vendas o fazem chegar a Disco de Ouro
Em 1998, Micaela lança novo álbum intitulado Chupa No Dedo, que a coloca entre as mais populares cantoras nacionais. Do disco, é extraído o single Chupa No Dedo, que se torna num dos seus maiores êxitos.
No ano seguinte, regressa com novo trabalho, Astral (Altos E Baixos), a primeira amostra, com nome homónimo ao disco, é uma canção bastante ritmada, que, como a própria afirmou, se destina a puxar para cima o astral de todos aqueles que a ouçam.
No Verão de 2000, Micaela surge com novo titulo, Gu-Gu, Dá-Dá, que serve, mais uma vez, de nome ao disco e ao primeiro single dele extraído. O álbum revela um som algo diferente do característico da cantora, que aposta agora em ritmos mais dançáveis e actuais |
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Fernando CORREIA MARQUES
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FERNANDO António CORREIA MARQUES de Matos, nasceu em Coimbra, na Sé Nova, às 16.15h do dia 18 de Outubro de 1954, sendo nativo do signo BALANÇA.
Pai de 3 cachopos (Axel, Guéu e Raffa) com mais juízo que o pai, filho do Prof. Marques de Matos (O Homem das Leis do Futebol - diversas vezes premiado e agraciado pelo Governo Português) e de Maria de Lurdes Pereira Correia, foi com 3 anos para Lourenço Marques - Moçambique onde viveu, cresceu e aprendeu a ser Homem até 1970, ano em que regressou ao Continente, para continuar os seus estudos, jogar futebol e outras coisas que nunca disse, mas que pensou.
Estudou ou andou a fingir na Escola dos Olivais em Coimbra onde fez a 1ª classe (isto nas férias de um ano que gozou em Portugal - 1961/62), em Lourenço Marques na Escola João Belo - 1962/64 e no Liceu António Enes - 1965/70, Liceu Camões já em Lisboa - 1970/71, Escola Luís Camões -1971/74, Colégio Charrua em Algés - 1975/76, etc, etc.
Jogador de futebol, onde foi sempre o jogador nº 1 - (atenção... pois era guarda-redes), deixou os futebóis efectivos, face a várias operações aos meniscos e outras..., mas nunca o abandonou de concreto.
Entrou para os quadros da Federação Portuguesa de Futebol em Julho de 1973 onde esteve de 1990 até 1 de Abril de 1998 no Departamento Técnico (Secretário Técnico dos Sub-21) tendo abandonado a FPF, por não concordar com os métodos pouco ortodoxos existentes ultimamente no mesmo.
Paralelamente ao futebol, FERNANDO CORREIA MARQUES canta, compõe e escreve os seus próprios temas, ou a solo ou de parceria, obtendo grande sucesso junto de toda a camada de público.
Em 1970 vindo de Lourenço Marques - Moçambique, começa a sua colaboração musical com Tó Maria Vinhas.
Em 1971 é vocalista do conjunto White Star.
Funda em 1972 o Trio Zumbaiar, com Tó Gonçalves e Maria Matos, com a extinta PIDE de olho nele.
Distribui propaganda juntamente com outros jovens hoje bem conhecidos na política activam, para o MDP/CDE.
Em 1974 / 75 é um dos fundadores da Pró – Fapir Participa com o seu Grupo de Dinamização Popular (GDP- constituído por F.C.M. - Tó Gonçalves e Cândida), juntamente com Zeca Afonso, José Mário Branco, Pedro Barroso, José Jorge Letria, Carlos Paredes, Vitorino, Fausto, Samuel, João Mota (Teatro Comuna), Tó Maria Vinhas, e muitos outros, em inúmeros espectáculos de intervenção.
Em 1978 / 79, F.C.M. iniciou então uma carreira profissional musical a solo.
Gostando de estar na vida e como na música...livre, F.C.M. tem construído o seu caminho (brilhante) deixando amigos por onde passa.
Não gosta de falar de si...
Não gosta de entrevistas, pois acha que as perguntas são sempre as mesmas, não se falando de tudo o que de bom ou de mau a vida tem...
Não gosta de gente falsa, nem de hipócritas, nem de “vedetas”...
Os Amigos são e serão sempre os seus Amigos...
Em resumo, FERNANDO CORREIA MARQUES ao longo destes anos tem-nos dado e mostrado coisas simples e bonitas.
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ROSINHA
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Nasceu numa manhã fria de Inverno a 5 de Janeiro de 1971. Foi crescendo, e aos 10 anos de idade despertou em si o gosto pela música. Inscreve-se numa escola de música na localidade de Pegões Velhos e aí começou a dar os primeiros passos musicais. O gosto pelo acordeão foi algo natural sem que ninguém a tivesse pressionado a evoluir neste instrumento musical.
Depois de várias apresentações na escola de Pegões, com excelentes resultados, participou em vários concursos e festivais nos quais teve muito sucesso.
Depois de alguns anos de desenvolvimento e aprendizagem musical, decidiu entrar no Instituto Musical Vitorino Matono em Lisboa para evoluir a sua técnica musical.
Quando obteve os conhecimentos adequados e suficientes para começar a tocar profissionalmente, Rosinha tomou a iniciativa de começar a actuar em várias festas, tornando-se numa acordeonista e vocalista de grande sucesso, realizando vários espectáculos no estrangeiro para as comunidades emigrantes.
A grande oportunidade surge em 2007: o convite para gravar um álbum de originais surge pelo compositor/produtor Páquito, e Rosinha consegue concretizar mais um sonho. O álbum que aqui apresentamos é editado pela editora One Records e promovido e agenciado pela produtora Moínho da Música.
Este primeiro álbum tem por título Com a boca no pipo e tem na sua totalidade um género musical muito brejeiro/popular bem ao gosto dos simpatizantes da música popular portuguesa.
As músicas têm uma componente muito divertida onde a malícia das letras é colocada conforme a interpretação que cada um lhe possa atribuir. Destacamos os temas Com a boca no pipo, letra que fala da dificuldade em encher as boias na altura da praia, Mete mais um dedo, tema dedicado a todos os acordeonistas e Os tomates do emigrante que fala da boa agricultura portuguesa e das comunidades emigrantes. Todos os outros temas são muito populares, sempre com muito ritmo para o bailarico.
Nos espectáculos, Rosinha, para além de interpretar os temas, vai tocar acordeão ao vivo, instrumento muito estimado pelo público português.
Curiosidades: Gosta de andar de bicicleta e de lêr, a sua cor preferida é o preto, adora qualquer prato de bacalhau e é apaixonada por todos os animais (aves e outros animais de estimação).
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ROMANA
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Talento e simpatia
Romana sempre sonhou ser cantora, inspirada pela tia
Ágata, que lhe deu o nome artístico Romana e a ajudou
a encontrar o seu próprio estilo.
Em 1996, editou o seu primeiro disco de originais “Já não sou bebé”, que ainda hoje lhe
vale o apelido de “Bebé”
Seguiu-se em 1997 o álbum “Não És Homem Para Mim”, “Ex-Mulher-Ex-Amor”, em 1999,
“Voz Por Voz”, em 2001 e no ano seguinte uma colectânea “O Melhor de Romana”, com
dois temas inéditos, “Nossa Senhora do Amor” e “Se Tu Me Deixasses”, que venderam
milhares de exemplares.
“Uma Lembrança Tua” é o mais recente trabalho de Romana que vem mais uma vez
comprovar o talento da cantora.
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MAXI
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Em 11 de Novembro de 2000, as Produções A.M., empresa portuguesa na área de entretenimento, apresentou no Cine-Teatro Tivoli, o projecto denominado Maxi. Este projecto consiste na recriação em Portugal do estilo pop-romântico, género musical que conquistou milhões de admiradores nos países da América do Sul.
Pretendendo implantar esta forma de ser e estar no panorama musical português, a Produções A.M. constituiu este projecto com 3 jovens já com algum passado ligado à música:
Alex - a sua experiência musical passa por cantar em bares, discotecas, festas e algumas rubricas em programas de televisão;
Rudy - já participou em inúmeros eventos de moda, deu os seus primeiros passos na música tocando trompete numa banda. Actualmente está no 8º grau do conservatório;
Sam - afinidades familiares, sendo filho do cantor e produtor Emanuel, fizeram com que desde cedo desse os seus primeiros passos no mundo da música.
Na concepção das canções, a equipa de produção musical liderada pelo produtor Emanuel, elaboraram o álbum Será que não vês, que reflecte todo este novo conceito no mercado português.
Pouco tempo depois, os Maxi foram escolhidos para interpretarem o tema principal da telenovela Anjo Selvagem, e simultaneamente os temas das personagens principais: Pedro e Mariana.
Constatando o seu sucesso com estes temas, a TVI convidou novamente os Maxi para interpretarem o tema Sonhos Traídos, da telenovela com o mesmo nome, e que rapidamente chegou à boca de muitos portugueses.
A receptividade dos portugueses a este novo estilo musical, ficou confirmada através dos votos dos portugueses que os elegeram como Melhor Grupo do Ano em catorze rádios nacionais, Reis da Canção de 2004 e, sucessivamente nas vendas de Sonhos Traídos (disco de Prata) e Anjo Selvagem (disco de Ouro).
Sonhos... é o novo álbum dos Maxi. A realização de mais um sonho, o ponto de partida para muitos sonhos. Uma mão cheia de êxitos novos e grandes recordações deste trio de sucesso que tem agradado tanto aos mais novos como aos mais velhos. Este novo trabalho inclui ainda faixas gravadas ao vivo no Coliseu dos Recreios (Lisboa).
Se é verdade que não devemos viver só de sonhos, também é verdade que eles são muitas vezes o ponto de partida de grandes aventuras.
Os Maxi estão de volta com Sonhos.... Quer sonhar com eles...?
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Quim BARREIROS
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Aos 19 de Junho de 1947 nasceu em Vila Praia de Âncora, concelho de caminha, distrito de Viana do Castelo um indivíduo do sexo masculino a quem foi dado o nome de Joaquim de Magalhães Fernandes Barreiros.
Joaquim Fernandes Barreiros nome do pai, velho acordionista nascido em S. Paulo - Brasil e Magalhães herdou da mãe nascida em Paredes de Viadores - Marco de Canavezes.
Começou aos 8 anos a sua aprendizagem de acordeão na escola do Sr. Lomba, Sargento músico reformado e aos 9 anos já tocava bateria no conjunto do pai, o Conjunto Alegria.
Quer a tocar bateria quer a tocar acordeão teve aí no Conjunto Alegria grupo de baile e nos grupos folclórico de Afife, a sua grande escola de música popular e folclórico até aos 20 anos.
Em 1968 vai cumprir o seu serviço militar para a Força Aérea Portuguesa, que depois de uma passagem rápida pelo curso de radar Ingressa na famosa Banda da Força Aérea onde terminou a sua carreira militar em 1974.
Foi nesse período, como músico militar que teve oportunidade de actuar nas principais casas de Fado e Restaurantes Típicos tais como, O Solar do Minho,Solar da Hermínia, Timpanas, Adega Machado, A Taverna, Lisboa á Noite, etc...
Aí conheceu e fez várias gravações com o famoso guitarrista Jorge Fontes, gravando o seu primeiro disco em 1971, ver discografia.
Actuou em quase todos os países onde existem comunidade de Portugueses, tais como Canáda, U.S.A., Venezuela, Brasil, Aruba, Curação, Bermudas, África do Sul, Namíbia, Australia, Espanha, França, Suiça, Bélgica, Alemanha, Andorra, Inglaterra, etc...
Não há festa académica sem Quim Barreiros é o slogan.Coimbra, Porto, Évora, Lisboa, Braga, Aveiro, Vila Real, Faro, etc, são exemplos de Universidade que não dispensam Q.B.
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Camané
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Carlos Manuel Moutinho Paiva dos Santos, conhecido por Camané é um fadista português nascido em Oeiras em 1967.
Em 1979 ganhou a Grande Noite do Fado, o que lhe possibilitou a gravação de um álbum produzido por António Chainho. Após uma interrupção de 5 anos regressou às lides do fado, actuando em diversas casas de fado e participando em produções de Filipe La Féria - Grande Noite; Maldita Cocaína; Cabaret - onde se evidencia.
A partir de 2004 esteve envolvido no projecto Humanos ao lado de Manuela Azevedo e David Fonseca bem como dos músicos Nuno Rafael, João Cardoso e Hélder Gonçalves, do qual resultaram dois álbuns (Humanos e Humanos ao Vivo) e um DVD, relativo aos concertos nos coliseus de Lisboa e Porto em Junho de 2005, onde Camané revelou a sua versatilidade de interpretação.
Participou nas músicas Sopram Ventos Adversos e Circo de Feras dos Xutos & Pontapés e em Fotos do Fogo de Sérgio Godinho [1].
Discografia
* Uma Noite de Fados (1995)
* Na Linha da Vida (1998)
* Esta Coisa da Alma (2000)
* Pelo Dia Dentro (2001)
* Como sempre... Como dantes (ao vivo) (2003)
* DVD - Ao vivo no São Luíz (2006)
* Sempre de Mim (Edição Especial Limitada CD+DVD) (2008)
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Susana FELIX
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Biografia
Susana Félix nasceu em Torres Vedras a 12 de Outubro de 1975. Apaixonada pelas artes desde sempre, dedicou-se ao canto bem cedo e em 1988, com apenas 12 anos, vence a Grande Noite do fado, no Coliseu dos Recreios de Lisboa. O tema interpretado foi Maria da Cruz, um tema de Amália, que a mãe lhe ensinou. De 1989 a 1994 fez teatro amador na sua terra natal. Foi igualmente campeã de patinagem artística.
Em 1995 participa no programa da RTP “Selecção Nacional” e inicia os seus estudos musicais na Academia de Amadores de Musica.
Ainda nesse ano é escolhida pela Disney para cantar as músicas da personagem principal do filme Pocahontas. Mais tarde participou nos filmes Hércules e Rei Leão II: O Orgulho de Simba.
Começa entretanto a trabalhar como cantora de estúdio gravando vários spot´s publicitários e participando no disco “ A cor da fogueira” de Mafalda Veiga e passando a fazer parte integrante da banda da cantora como voz de apoio.
Participa no programa “Todos ao Palco” de Filipe La Féria e é convidada a actuar como actriz e cantora no musical “ Camaleão Virtual Rock” e no espectáculo “40 anos de RTP”
Em 1997 colabora nos discos de João Pedro Pais e Luís Represas.
Em 1998 começa a compor e inicia as gravações do seu disco de estreia. No ano seguinte é editado o álbum “Um Pouco Mais” com temas como “Mais olhos que Barriga” (da autoria de Mafalda Veiga) e “ Um Lugar Encantado”. Em 2000 percorre o país de norte a sul numa digressão de 40 espectáculos
Em 2001 continua a sua digressão e participa como actriz na série “Crianças SOS” e na telenovela “Ganância”. Susana Félix escreveu um tema para a banda sonora da telenovela.
Durante o mesmo ano a TVI convida Susana Felix para compor parte da banda sonora da série “Anjo Selvagem” e é nomeada para os “Prémios Expresso” na categoria de musica.
Em 2002 dirige vocalmente o disco “Winter Day..s “ dos portugueses Spelling Nadja e compõe parte da banda sonora da telenovela “Amanhecer”. No mesmo ano edita o seu segundo album de originais “Rosa e Vermelho”.
Em 2003 produz, em conjunto com Nuno Faria e Fernando Abrantes, o disco “Mar Confidente” de Joana Melo.
Durante o ano de 2004 esteve em cena no Teatro S.Luiz como actriz/cantora no musical “Portugal-Uma Comédia Musical”, com encenação de Antonio Feio e música de Sérgio Godinho.
O ano de 2005 foi dedicado á composição, pré-produção, e gravação do seu terceiro album de originais “Índigo”. O referido disco foi editado no inicio de 2006 com a produção e os arranjos a cargo da propria Susana Félix e de Renato Júnior. Neste disco aparece também como compositora e assina a maioria das letras. O primeiro single foi Flutuo.
Também no inicio de 2006 coordenou artísticamente o espectaculo “Sexta-Feira 13 – O Musical dos Xutos e Pontapés (musical estruturado nas canções do grupo).
Susana Félix participou também na 1ª Temporada de Dança Comigo, sendo uma das semi-finalistas.
Ainda em 2006 participou como actriz na série “ Nome de Código: Sintra” realizada por Jorge Paixão da Costa , transmitida pela RTP, E na série “Uma Aventura” transmitida pela SIC. Foi ainda convidada para escrever e interpretar o hino oficial da Raríssimas (associação nacional de deficiências mentais e raras) compondo o tema “O mesmo olhar”.
Em 2007 edita o seu quarto álbum Pulsação que reúne temas dos seus discos anteriores, temas esse revisitados (rearranjados e regravados) e ainda dois originais, sendo um deles o single de avanço “(bem) Na Minha Mão”. Participa igualmente numa gala da Operação Triunfo da RTP1 com 2 concorrentes da OT e no Diz que é uma espécie de magazine interpretando Não sou o único dos Xutos e Pontapés.
Discografia
* Um Pouco Mais (Popular, 1999)
* Rosa e Vermelho (Popular, 2002)
* Índigo (Farol, 2006)
* Pulsação (Farol, 2007)
Curiosidades
É do signo balança ,gosta de pintar e fotografar, duas actividades que ainda hoje pratica sempre que tem tempo livre. |
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Cristina BRANCO
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Cristina Branco é uma cantora portuguesa nascida em Almeirim (Ribatejo) em Dezembro de 1972.
Apesar de ter por Amália uma profunda admiração desde que o seu avô lhe ofereceu um disco da diva, Rara e Inédita, tudo começou quando, por brincadeira, num jantar de amigos, cantou fado pela primeira vez. Não se considera fadista.
A cantora grava Cristina Branco Live in Holland, em edição de autor, registado ao vivo em dois concertos realizados no dia 25 de Abril de 1996. Foram feitos mil exemplares que se venderam imediatamente, logo seguidos por novas edições sucessivas, até se chegar aos 5000 discos vendidos. Foi com este cd que tudo começou.
Ao participar no Programa da Manhã da RTP é vista por José Melo que a convida para cantar em Amsterdão, em Abril de 1997, para o Círculo de Cultura Portuguesa na Holanda. E passa a ser o seu manager.
O disco Murmúrios foi editado pela editora holandesa Music & Words. O disco reúne 14 temas, desde fados tradicionais como Abandono (imortalizado por Amália, com texto de David Mourão-Ferreira) a versões de Sérgio Godinho (As certezas do meu mais brilhante amor) ou José Afonso (Pomba branca). A maioria dos temas tem assinatura de Maria Duarte, autora dos textos, e música de Custódio Castelo. Em França recebeu, em 1999, o Prix Choc da revista Le Monde de la Musique pelo melhor CD de música tradicional.
Em Fevereiro de 2000 sai o álbum Post-Scriptum (título de um poema de Maria Teresa Horta). Conquistou o Prix Choc, deste vez para o melhor álbum do mês de Março, em França.
Na Holanda foi editado o disco Cristina Branco Canta Slauerhoff, o segundo desse ano, com textos do poeta holandês J. J. Slauerhoff (1898-1936), com tradução de Mila Vidal Paletti e música de Custódio Castelo. O disco constitui como que uma prova de agradecimento de Cristina Branco ao país que lhe abriu as portas do sucesso embora nunca tenha vivido na Holanda.
Durante o ano de 2000, a cantora realizou cerca de 130 espectáculos por todo o mundo.
O disco Corpo Iluminado, o primeiro com edição da Universal francesa, foi editado em 2001.
Em 2002 é reeditado O Descobridor, novo título para o disco onde canta Slauerhoff, com três novos temas.
O sexto álbum de Cristina Branco, de título Sensus foi editado pela Universal, no dia 24 de Março de 2003. A música é assinada por Custódio Castelo. O álbum conta com letras de David Mourão-Ferreira, Vinícius de Moraes, Chico Buarque, Eugénio de Andrade, Camões e Shakespeare, entre outros.
Ulisses é o nome do disco seguinte, editado em 2005.
Em 2006 é editado um registo ao vivo.
A cantora começa o ano de 2007 com vários espectáculos de revisitação à obra de José Afonso.
Discografia
* 1-Cristina Branco in Holland (CD, Ed. Autor, 1997)
* 2-Murmúrios (CD, Music & Words, 1998)
* 3-Post-Scriptum (CD, L'Empreintdigitale/Harmonia Mundi, 1999) - reeditado em 2000 com um novo tema
* 4-Cristina Branco canta Slauerhoff (CD, 2000)
* 5-Corpo Iluminado (CD, Universal, 2001)
* O Descobridor (CD, Universal, 2002) - reedição de Slauerhoff
* 6-Sensus (CD, Universal, 2003)
* 7-Ulisses (CD, Universal, 2005)
* 8-Live (CD, Universal, 2006)
* 9-Abril (CD, Universal, 2007)
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André SARDET
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Biografia
André Sardet é natural de Coimbra, onde nasceu no dia 8 de Janeiro de 1976, o músico que ficou conhecido pelo tema O Azul do Céu, nem sempre quis escrever canções e tocar guitarra. Fez parte de uma banda durante a adolescência, mas pouco depois abandonou o projecto e começou a compor por conta própria, e quando se apercebeu que tinha material suficiente para gravar um disco, colocou as cartas nas mesa e em 1996 editou o seu álbum de estreia, a que chamou Imagens. Para além de Azul do Céu, o registo incluiu ainda canções como Frágil, Não Mexas no Tempo e Um Minuto de Prazer. Dois anos mais tarde, estava nas lojas novo álbum de originais, desta feita intitulado Agitar Antes de Usar, que teve por single de apresentação o tema Perto, Mais Perto. Sem pressa de chegar ao centro das luzes da ribalta, André Sardet optou então por fazer uma pausa mais alongada no que tocava à edição de um novo disco, tendo aproveitado para reflectir sobre os seus objectivos, estudar e viajar. Começou então a compor um álbum autobiográfico, a que chamou André Sardet, e onde contou nas letras alguns dos bons e maus momentos da sua vida. O disco foi editado em Setembro de 2002 e contou com a colaboração de Rui Veloso, Luís Represas e Mafalda Veiga. Em 2006 o músico comemora 10 anos de carreira com o álbum Acústico. O registo inclui 15 músicas gravadas ao vivo no Teatro Académico de Gil Vicente, em Coimbra, e uma nova versão do tema 'Quando eu te falei de Amor'. Também é autor da famosa música Foi Feitiço. Este útimo álbum foi um enorme sucesso, tendo ultrapassado as 140 000 cópias de discos vendidos. O cantor realizou em 2007 uma grande tourné pelo país todo literalmente. Uma tour de sucesso que promete repetir-se com o lançamento do novo álbum do cantor.
Discografia
Álbuns de originais
* Imagens (1996)
* Agitar Antes de Usar (1998)
* André Sardet (2002)
* Mundo de Cartão (2008)
Álbuns ao vivo
* Acústico (2006)
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