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Roberto LEAL
Nasceu em Portugal, em Trás os Montes, na Aldeia de Vale da Porca, sob o nome de Antônio Joaquim Fernandes. Imigrou para o Brasil em 1962, com os pais e 10 irmãos, seguindo a familia em 4 etapas. Estudou música e canto e teve a sua primeira grande oportunidade, em 1970, para gravar um disco na Gravadora R.G.E. Em 1971 inicia sua carreira, com a canção , Arrebita , e neste mesmo ano tem a sua primeira aparição em Televisão no Programa do Chacrinha. Em 1972 ganha o prêmio de Rei da Juventude Brasileira, do Velho Guerreiro e o importante Troféu Globo de Ouro, da TV Globo, entre inúmeros outros. A partir daí inicia a contagem de 30 Discos de Ouro que iria receber até hoje e 5 Discos de Platina, entre os mais de 500 troféus que compõem sua coleção. Em 1977 realiza sua primeira excursão para Portugal e dali faz trampolim para levar o seu Show para diversos países do mundo, para se apresentar por toda a França, Alemanha, Bélgica, Holanda, Inglaterra, Suíça, Espanha, Luxemburgo, Austrália, África do Sul, Argentina, Venezuela, Canadá e Estados Unidos, além de ampliar cada vez mais o mercado do Brasil e Portugal.. Em 1978 passou por uma experiência única e muito bem sucedida, que foi a sua primeira incursão no cinema. Protagonizou o filme “O Milagre”, que conta sua própria história, com recordes de bilheteria ( foram 14 semanas de permanência em cartaz no Cine Paissandu, apenas para citar um exemplo ). Em números aproximados, Roberto Leal já realizou até hoje mais de 4.500 espetáculos no Brasil e por todo o mundo, já vendeu mais de 17 milhões de discos, tem mais de 300 canções gravadas, sendo que mais de 80% destas canções foram compostas por ele próprio, em parceria com sua esposa Márcia Lúcia. Foi o primeiro artista popular a se apresentar no Roy Thompson Hall de Toronto, que tendo sido inaugurado pela Rainha Elizabeth e a Orquestra Sinfônica de Londres, não havia recebido até então outros artistas que não de musica erudita, grandes concertos. No dia do espetáculo de Roberto Leal, a casa teve todos os lugares ocupados com sua total lotação, curiosamente até mesmo os 200 lugares do coro. Tendo residido os últimos anos em Portugal e se dedicado mais, consequentemente, ao mercado Europeu, teve o seu próprio programa de Televisão pela RTP Canal 1 de Portugal, com recordes de audiência absoluta, 48 % de share em horário nobre, das 21:00 hs. No final dos anos 80 passa a residir em Portugal e se dedica mais, consequentemente, ao mercado Europeu. Teve o seu próprio programa de Televisão pela RTP Canal 1 de Portugal, com recordes de audiência absoluta, 48% de share em horário nobre das 21,00 hs. Em Março de 1998 Roberto Leal retorna ao Brasil com sua família (esposa e filhos Brasileiros) para, agora parar de andar ás voltas com problemas de identidade à procura da sua porção Portuguesa e da sua porção Brasileira, definitivamente: Luso Brasileiro. Em 2000 lança pela gravadora EMI, o CD Roberto Leal canta Roberto Carlos um dos discos mais vendidos da companhia, destaques para as faixas: Jesus Cristo, Guerra dos Meninos, Cavalgada, Seus Botões, Desabafo. Em 2001 lança em Portugal e Brasil pela Gravadora Som Livre mais um projeto musical das culturas do Brasil e Portugal * Vira Brasil * Destaques para: Marinheiro Só, Morena de Angola, Procurando Tu, Esperando na Janela, Forró de Cabo a Rabo. Em 2002 Roberto Leal decide novamente dedicar um tempo maior à sua carreira internacional e , para isto, desloca-se por um longo período a Portugal, de onde pode controlar melhor o mercado europeu e africano e até mesmo norte americano. A partir de Portugal lança o seu novo CD “Reencontro”, uma explosão de alegria com músicas recolhidas do repertório da saudosa Amália Rodrigues. O reencontro com as raízes é inevitável, mas as ligações com o Brasil permanecem fortes. Roberto Leal, a partir de então, não abdica das duas Pátrias, transitando livremente entre Brasil e Portugal. A maior expressão desta maravilhosa fusão deu-se no seu trabalho De Jorge Amado a Pessoa, onde reuniu num mesmo CD grandes nomes da música portuguesa e brasileira, dividindo com eles o palco do Casino do Estoril e a interpretação de uma recolha cuidadosa dos seus grandes sucessos. Foi assim que juntou, num mesmo trabalho, Alcione, Martinho da Vila, Vitorino, Daniel, Elba Ramalho, Joanna, Jorge Aragão, Tito Paris, Adelaide Ferreira, TerraSamba, Fernando Girão, Rodrigo Leal, TUNA do Instituto Superior de Engenharia de Lisboa e SDS. Um espetáculo inesquecível, que deu origem ao seu primeiro DVD. Em 2007 lança o CANTO DA TERRA , uma chamada geral , uma convocatória em prol da solidariedade e apoio à sua terra, Trás-os-Montes, e que tem sido considerado pela midia, em Portugal, como um dos melhores lançamentos do ano.
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TUCHA
O primeiro registo em disco de Tucha surgiu em 1997. A cantora, que desde muito cedo entrou no mundo da canção, apostou numa radical mudança de visual antes do lançamento do seu último álbum, Quero Saber. Aos onze anos, Tucha começou a cantar e, desde então, a sua carreira tem evoluído de forma sempre ascendente, com os números de vendas de Quero Saber a justificarem o disco de ouro. Tucha, cujo nome verdadeiro é Helena, repartiu depois o seu tempo em actividades de promoção às suas produções e ao trabalho feito junto da sua editora, a Cormusical. Desde sempre, a cantora contou com o apoio dos seus pais na persecução dos seus objectivos no mundo do espectáculo, mesmo após ter desistido do curso universitário, que ficou por momentos adiado. As primeiras gravações de facto ocorreram no já referido ano de 97 e, desde então, o sucesso foi uma constante. Entre os mais de cem espectáculos ao vivo por ano e outros registos, como o single que gravou em dueto com Oceana, intitulado Um Sinal de Amor, Tucha encontrou ainda tempo para se dedicar à criação de cães, actividade que desenvolve com gosto.

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Tony CARREIRA
Participou no Prémio Nacional de Música, em 1988, na Figueira da Foz, com a canção Uma noite a teu lado, onde foi uma das 8 canções seleccionadas, com vista a escolher uma canção para o Festival RTP da Canção desse ano. Assinou o seu primeiro contrato discográfico em 1990, com a Discossette, por 3 anos. O seu primeiro disco foi gravado em 1991, com o título É Verão em Portugal. Uma das canções do disco, dedicada ao seu primeiro filho, chamava-se Meu herói pequeno. O tema passou muitas vezes na rádio, por especial intervenção do apresentador Carlos Ribeiro, tornando-se um grande sucesso. Gravou novo disco em 1992, com o nome Canta canta Portugal, sem assinalável sucesso, o que conduziu ao fim do contrato com a editora. Em 1993, celebrou novo contrato, desta feita com a Editora Espacial. Gravou o disco Português de alma e coração. Umas das canções do álbum era A minha guitarra, tendo obtido um grande êxito, que permitiria a este trabalho chegar a disco de ouro. Nesse mesmo ano, conheceu Dino Meira, de quem se tornou grande amigo. A este popular cantor dedicou a canção Adeus amigo, editada no ano seguinte, após o seu desaparecimento. O álbum viria a chegar a disco de platina. A canção Ai destino, gravada em 1995, tornou-se um êxito estrondoso e marcou definitivamente o seu estilo romântico, que caracteriza a sua obra. Mais um disco de platina, em 1996, com o álbum Adeus até um dia, apesar de alguma indiferença por parte do público. Participou também nesse ano na gravação do álbum Mãe querida, no qual também participam muitos outros cantores, tais como Sérgio Wonder. No ano seguinte, 1997, editou novo álbum: Coração perdido. Foi gravado um vídeo (da canção Sonhos de Menino) na sua terra natal, Armadouro. Um ano volvido e novo álbum, Sonhador, sonhador, completando-se o ciclo dos primeiros 10 anos de carreira. O ano de 1999 trouxe uma viragem à sua carreira. Começou a dedicar-se às baladas de amor, que sempre acarinhou. Editou o álbum Dois corações sozinhos, que incluiu canções como Depois de ti (mais nada). Foi disco de platina. Recebeu o prémio da TVI para a melhor interpretação masculina e para a melhor canção romântica. Foi em Janeiro de 2000 que se consagrou no teatro Olympia, em Paris. O seu espectáculo foi gravado, dando origem à edição do álbum Tony Carreira ao vivo no Olympia, que viria a obter tripla platina. Manteve-se nas listas dos discos mais vendidos durante 54 semanas, 37 das quais em primeiro lugar. Em 2001, um ano mais tarde, Tony voltou ao palco do Olympia, mais uma vez com grande sucesso. 2002 trouxe o cantor a um emocionante concerto no Coliseu de Lisboa. Editou Cantor de Sonhos. Celebrou 15 anos de carreira em 2003, com um concerto de grande dimensão no Pavilhão Atlântico, em Lisboa. O concerto foi gravado em CD e DVD, com o nome Tony Carreira ao vivo no Pavilhão Atlântico, tornando-se quádrupla platina. Um novo álbum de temas inéditos foi lançado em 2004. Participação especial em Vidas Proibidas. Em Maio de 2006, realizou um novo concerto no Pavilhão Atlântico, com lotação esgotada várias semanas antes. Nesse mesmo ano, em Setembro, realizou um concerto em Carcavelos, para ajudar os bombeiros voluntários locais. Em meados de Dezembro de 2006, foi lançado um novo álbum intitulado A Vida Que Eu Escolhi, um CD composto por músicas inéditas, que, segundo os fãs, representa possivelmente o auge na sua carreira como poeta e cantor de cantigas de amor. Este álbum obteve um grande sucesso, chegando à dupla platina em pré-venda e mais tarde à quádrupla platina. No âmbito da celebração dos seus 20 anos de carreira, apresentou-se ao público, em Março de 2008, para dois concertos no Pavilhão Atlântico, ambos com lotação esgotada, em 2 dias consecutivos[1]. Recentemente foi envolvido num processo de plágio no qual é acusado de plagiar alguns dos seus êxitos, sendo o caso mais flagrante a canção Depois de ti (mais nada), alegadamente um plágio da música Después de ti, qué? de Christian Castro, um famoso cantor mexicano[2]. É casado e pai de três filhos[3], Sara, David e Mickael Carreira, tendo este último seguido as pisadas do pai como cantor.
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CHIQUITA
No preciso momento em que os sinos da Igreja do Convento de Campo Maior acabavam de soltar os últimos acordes anunciando a chegada do dia de São João (24 de Junho), na recém criada maternidade do Hospital da Misericórdia, uma jovem senhora dava à luz uma criança do sexo feminino, inaugurando, desse modo, a unidade de obstetrícia do aludido estabelecimento hospitalar. Foi um verdadeiro acontecimento na terra, cuja notícia se espalhou rapidamente por todas as casas. E a curiosidade foi tal, que os responsáveis clínicos se viram forçados a limitar as visitas apenas aos familiares, única forma de os demais utentes poderem repousar das suas maleitas. Por esse motivo e haver nascido aos primeiros segundos de dia tão festivo, o rebento esteve prestes a chamar-se Maria João, o que só não sucedeu porque os padrinhos optaram por lhe atribuir os seus próprios nomes. Mas outros aspectos houve que motivaram, desde logo, a enorme curiosidade tanto da vizinhança, como das demais mulheres da Vila. Entre eles, os finos traços fisionómicos da criança e farta cabeleira loura que evidenciava. Chegou mesmo a dizer-se, em círculos de maior religiosidade, que havia nascido um “anjinho”, razão suficientemente forte para que o povo festejasse a “novidade”. Era, por isso, tempo de festa e de folias várias para os demais habitantes da pacata localidade. Noite de fogueiras, bailaricos e desgarradas que se estendiam pelos diversos recantos desta bonita vila alentejana, erguida pelo punho do homem, entre Elvas e Badajoz. É, assim, natural, que devido a uma hipotética conjuntura astral mas fundamentalmente à forte influência dos parentes mais próximos – parte dos quais, também eles, dados às cantorias – a jovem criança desde muito cedo começasse a evidenciar atributos para as cantigas, exercício que durante a infância, persistentemente se entregava, sempre que momentaneamente lhe era confiada a missão de reparar por seus irmãos, alguns anos mais novos. Foi, assim, sem sobressalto, que já em Paris, cerca de vinte anos mais tarde, decidiu aceitar o desafio lançado por diversos compatriotas para cantar um canção portuguesa, no decurso de uma festa a que assistia, enquanto espectadora. E com tamanha desenvoltura o fez, que, desde logo, foi convidada a participar noutros convívios que a comunidade portuguesa ali radicada estava a organizar, atrás desses, outros vieram, e, com eles, o despertar de uma vocação que permanecia adormecida desde os tempos de infância. Poder-se-à afirmar, que desta forma, começou, verdadeiramente, a carreira artística de Chiquita. Já lá vão umas dezenas de anos. Embora o empenhamento a vitalidade e o rigor que coloca no seu repertório aliados ao profissionalismo com que o faz, sejam credores da admiração de um vasto público, tanto em Portugal, como no estrangeiro. De tal sorte, que chegou mesmo a actuar em Festivais Internacionais e programas televisivos em França, representando a música de expressão popular portuguesa. Corria o ano de 1979. No ano seguinte, gravaria o seu primeiro LP, intitulado “Sem Fronteiras”, no qual contou com a colaboração da poetisa francesa, Valerie Vouge e de vários poetas alentejanos, entre eles Antunes da Silva e Eduardo Olímpio, que, acreditando no seu talento, se dispuseram a escrever para si diversos textos. De então para cá, inúmeros foram os espectáculos em que participou, tanto em Portugal, como em França, Suíça, África do Sul, Canadá, Austrália e Estados Unidos. Tal como vários são os êxitos musicais que a sua discografia dos quais se destacam, entre outros, “Regresso”; “Três rosas no meu jardim”; “Açorda alentejana”; “O rapaz dos meus sonhos”; “Festa na cama”; “Bota acima, bota abaixo”; “Vai um balde água fria”; “Os homens estão cada vez mais bonitos”; “Meu pai de barba grisalha” e, por último, “A coisa aqui tá preta”, êxitos esses que já lhe deram dois Disco de Ouro e dois Discos de Platina.

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MAISA
Lavine Maísa Rodrigues Carvalho Nome artístico: Maísa Sou uma pessoa simples, meiga e sensível simplesmente apaixonada pela música. Tenho 24 anos de idade e a música para mim é um sonho de infância. Comecei na música com 13 anos num grupo em Cabo Verde e também cantei na igreja. Com 16 anos fui convidada através do Zeca Nha Reinalda e do Sr. Júlio Miranda para participar num CD em Dakar e foi muito bom, graças a eles, porque a partir daí comecei a ser conhecida. Apareceram vários convites para fazer coros e compilações, através do Zé de Sucupira, e vários espectáculos com Codé Di Dona e Rabente na RTC. Consegui participar em 16 CDs, depois saí e viajei para Portugal, em 2002, para gravar o meu CD a solo. Tive de esperar algum tempo, mas graças a Deus já consegui realizar o meu sonho. Gravei na Holanda o que eu sempre sonhei e com várias participações; do Dabs, Jorge, Grace Évora, Roger, Eunice, Zé Carlos, Marlene, Djudja, Paulo, Boje Mendes, etc. Para todos muito obrigado. Tive também grande apoio da minha família e agradeço muito também à pessoa que confiou em mim e acreditou no meu talento, o meu empresário, Pedro Teixeira. Para ser sincera, estou muito feliz. Já posso voltar para a minha terra querida. A música foi sempre a minha companheira nos piores e nos bons momentos.
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DELICIAS
Sou a Claudia Lúcio, nasci no dia 19 de Março de 1988 e sou do signo peixes. Gosto de todo o género de musica, o meu carro favorito é o Mercedes SLK, os meus hobbies é ouvir musica, ler e cantar. Meu clube de futebol é o Benfica claro! As férias ideais é com os meus amigos, a viagem que ainda não fiz: seria a uma ilha paradisíaca. Os meus pratos preferidos é a lasanha e a bolonhesa, e o que não gosto é borrego, sou vaidosa e gosto de receber flores e livros. O que mais aprecio nas pessoas é a honestidade e o que detesto é mentiras e o cinismo, a minha virtude é ser humilde e leal, o meu grande defeito é ser preguiçosa. O namorado ideal tem que ser carinhoso, honesto, sincero e que confie em mim. Gosto muito de Paris e de Faro. A minha praia favorita é a praia da falésia. Gosto de basquetebol, para mim a família é o melhor que a vida nos dá e os amigos são o suporte na vida. O meu perfume é “kenzo” e o meu animal preferido é o cão. Sou a Marta Horta, nasci no dia 09 de Julho de 1987 e sou do signo caranguejo. A musica que eu gosto é dance, o meu carro favorito é o Citroen C4, os meus hobbies é cantar e fazer desporto. Meu clube de futebol é o Sporting. As férias ideais é num local calmo para descansar, a viagem que ainda não fiz: seria dar a volta ao mundo. O meu prato preferido é bacalhau com natas, e o que não gosto é ervilhas, sou vaidosa e gosto de receber peluches. O que mais aprecio nas pessoas é a honestidade e o que detesto é mentiras, a minha virtude é ser amiga dos meus amigos, o meu grande defeito é ser teimosa. O namorado ideal é o meu!... Gosto muito de Faro e de Londres. A minha praia favorita é a praia da fuseta. Gosto de basquetebol e futebol, para mim a família é o mais importante na vida e o amigos são a seguir a família. O meu perfume “Jean Paul Gaûtier” e o meu animal preferido é o cão.

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David FONSECA
O David adora gatos. Tem 3 em casa e eles fazem-lhe companhia quando está sozinho. Gosta de ouvir Jeff Buckley, B’52s, Pixies, Roy Orbison e Aphex Twin, isto para mencionar alguns, a lista é gigante. No entanto, estes 5 nomes são bastante representativos... O David é um músico, embora sempre tenha sonhado em ser um fotógrafo. “Acho que foi o destino”, diz ele num suspiro enquanto olha para o chão, “embora não acredite em nada disso”. Independentemente da força do destino, o David é um dos mais carismáticos e bem sucedidos artistas portugueses até aos dias de hoje. Fundou a sua primeira banda em meados dos anos noventa e foi com ela que apresentou as suas canções e voz a um público mais vasto. O grupo acabaria por impor-se como um dos maiores fenómenos nos anos recentes da música portuguesa, com o seu álbum de estreia “Silence Becomes It” a atingir as 240.000 cópias vendidas. Dificilmente David Fonseca esquecerá o ano de 1998...os Silence 4 tocaram nos mais importantes festivais de verão desse ano e fecharam a Expo 98, onde tocaram para 50.000 pessoas. Em Dezembro de 98, fecharam o ano com uma actuação no Pavilhão Atlântico para 18.000 pessoas, tornando-se assim na primeira banda portuguesa a esgotar esta sala de espectáculos. “Tinha encontrado finalmente uma cura para as minhas insónias...quem é que queria dormir com toda aquela agitação à nossa volta?”, diz-nos David com um sorriso na cara. “Only Pain Is Real” (2000) foi o 2º álbum dos Silence 4, tendo vendido 100.000 cópias até á data. Seguiu-se uma tournée que culminou em Dezembro de 2000 com dois concertos memoráveis no Coliseu de Lisboa. Estes concertos foram editados posteriormente em forma de DVD e CD com o título “Silence 4 ao vivo no Coliseu”. Em 2001 os Silence 4 fizeram a sua última digressão e terminaram as suas actividades. Era altura para o David experimentar um novo rumo a solo, algo de diferente... “Foi como a canção...”First I was afraid, I was petrified”...mas acabou por ser uma experiência libertadora, uma daquelas que aqueles pavorosos livros new age falam. De repente percebi que esta era a única maneira de continuar...” Em 2003, David Fonseca lança o seu primeiro disco a solo, “Sing Me Something New”, onde explora novas facetas de compositor e intérprete. Toca praticamente todos os instrumentos do disco, que estreia simultaneamente em mais de 150 rádios por todo o país. “Someone That Cannot Love” atinge o #1 do Airplay Nacional e “The 80’s” é escolhido como tema de campanha da Vodafone, catapultando uma digressão de grande sucesso por todo o país. O álbum atinge o #2 da tabela de vendas e atinge o galardão de disco de ouro. Em 2004 participa no projecto Humanos, dando voz a temas inéditos de António Variações ao lado de Manuela Azevedo e Camané. O sucesso do disco culmina em 3 espectáculos memoráveis nos Coliseus de Lisboa e Porto e uma actuação para 40.000 pessoas no festival Sudoeste. Em 2005 chega a vez do seu segundo álbum a solo, “Our Hearts Will Beat As One”. Fruto de uma longa temporada de composição, 11 temas são escolhidos entre as dezenas de canções que rodearam a feitura deste disco. O primeiro single do álbum, “Who Are U?”, é o tema descrito por David Fonseca como “aquele que sempre quis escrever” e atinge o #3 na tabela de airplay nacional. “Our Hearts Will Beat As One” foi aclamado pelos media e foi considerado por muitos o álbum pop do ano mesmo antes do fim de 2005. O disco estreou em #1 na tabela de vendas nacional e chegou ao galardão de ouro na primeira semana de vendas. Foi considerado pelos leitores do Diário de Notícias como o melhor disco de 2005. “Depois de alguns anos de procura, sinto que encontrei o que queria. As coisas que quero dizer, os sons que quero ouvir, está tudo aqui. E, no entanto, sinto que este é só o princípio, que este disco marca um novo ponto de partida para mim e para a minha música.” “É verdade que sempre sonhei ser fotógrafo, mas estou feliz por ter seguido este caminho. Mas não tem nada a ver com o destino...Como eu vos disse, não acredito em nada disso.”
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Iran COSTA
IRAN PEREIRA DA COSTA nasceu na pequena cidade de Porto Franco, estado do Maranhão, Brasil. Sob o signo de Capricórnio sua data de aniversário é 28 de Dezembro. Desde pequeno IRAN COSTA foi fascinado pelo mundo Nas escolas chamava a atenção quando brincava de locutor. Aos 18 anos fez um curso profissionalizante de radialista e deu inicio a sua carreira de locutor e produtor de rádio. Durante quase 10 anos IRAN COSTA cresceu e destacou-se como um dos profissionais da comunicação de maior credibilidade no seu país. O gosto pela musica foi crescendo a cada dia, e após uma viagem de sonhos pela Europa, onde teve a oportunidade de produzir alguns programas de rádio nos quais contou um pouco da historia da MPB, IRAN COSTA regressa ao Brasil e aceita convite para actuar como DJ numa equipe de som de sucesso, onde mais uma vez mostra o melhor da sua veia artística e conquista o publico jovem. Em 1991 grava seu primeiro single intitulado PENSO EM TI, que de imediato entra para as programações de rádio. Um ano depois prepara seu primeiro álbum, independente, que recebe o título do seu primeiro sucesso: PENSO EM TI. A música entra definitivamente em sua vida em 1992, quando IRAN COSTA recebe um convite para mostrar seu trabalho na Europa.

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LINDA
Linda nasceu a 24 Julho na zona centro de Portugal, numa aldeia perto de Fátima, é do signo Leão e tem como regra de vida a humildade e a amizade. Não gosta de falar de si mas pode dizer-se que é boa rapariga :-), adora ajudar os outros e adora animação, festas e muita diversão. É desta forma que aparece o gosto pela música. Iniciou a sua actividade musical na Escola de Música Roque Gameiro em Minde, posteriormente frequentou o Conservatório de Música de Tomar e o Orfeão de Leiria onde teve aulas de Órgão, Guitarra e Canto. Cantou num grupo musical onde fazia a abertura de espectáculos de alguns Artistas Nacionais. Presentemente para além de trabalhar na área de Marketing e Qualidade tem várias actividades como: dança do ventre, tocadora de Concertina no “Grupo de Concertinas da Barrenta”, faz parte integrante do coro feminino “Viva Voz” e faz espectáculos com este novo CD – PICA DE ENFERMEIRA…. Quem é que vai levar a pica?!?!!!
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Maria MENDES
Maria Mendes nasceu perto da Covilhã na bonita vila de Unhais da Serra. É descendente de uma numerosa familia Foi em Lyon, França, que tudo começou e onde durante mais de uma década trabalhou no mundo da canção francesa ao lado de artistas como Julien Clérc, Joe Dassin, Charles Aznavour, entre muitos outros. A sua estreia em Portugal foi no Casino Estoril pela mão de Eduardo Damas (autor de grandes sucessos). Os contactos vão surgindo e mais tarde é convidada a participar na peça Les Lettres de la Religieuse Portugaise no instituto franco-português em Lisboa e numa série de TV O Mistério Misterioso. Algum tempo depois, e na continuidade da sua biografia discográfica gravou o CD Santa Maria (Disco de ouro) que lhe deu renome internacional e a levou aos mais diversos países tais como França, Itália, Suiça, Holanda, Austria, Alemanha, Espanha, Canadá, Estados Unidos, Argentina, China, Marrocos, Tunísia. Este ano esteve em Taiwan a convite da comunidade budista representando Portugal presente pela primeira vez num concurso com mais dezoito países participantes da expressão poliglota dos cantos religiosos budistas no mundo. Obteve o segundo lugar e a edição em português desta obra. Além da canção também no fado Maria Mendes marca a sua presença cantando nas melhores casas de fado de Lisboa e além fronteiras. Este seu novo trabalho Caminhada é um compromisso entre o fado, a música popular e o folclore demonstrando a sua versatilidade e a sua faceta de autora compositora. Este disco é também o reflexo do novo espectáculo onde cinco músicos e dois bailarinos clássicos contribuem para um momento de vida, cor e emoção.

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NUCHA
Data de Nascimento: 21-06-1966 Local de Nascimento: Águeda País de Origem: Portugal A carreira da Nucha começou quando a cantora tinha apenas treze anos. Cantou em bares e fez publicidade para rádio e televisão e, alguns anos mais tarde, optou por se dedicar à música a tempo inteiro. Com dezasseis anos, formou o duo KutchiKutchi com Marité (Maria Leon), tendo, no ano seguinte, integrado um espectáculo de Fernando Pereira que lhe proporcionou visitar Portugal de norte a sul durante dois anos, bem como algumas comunidades portuguesas no estrangeiro. Para além disso, foi convidada para se juntar aos coros dos concertos de Rui Veloso, que tiveram lugar no Coliseu de Lisboa e no Rivoli do Porto. Foi a partir de 1988 que Nucha começou a dar mais atenção à sua carreira a solo, pelo que decidiu então participar em festivais em busca de uma grande oportunidade. O primeiro foi o Grande Prémio da Música na Figueira da Foz, onde apresentou um tema assinado por Luís Filipe, intitulado Se Calhar. Da Figueira partiu para a Turquia, país onde representou Portugal no Festival CESME, com a canção It Will Never Be the Same. Dois anos depois (1990), a cantora voltou a representar o país, mas desta vez em Zagreb, na ex-Jugoslávia, no Festival da Eurovisão, pelo facto de ter vencido o Festival RTP da Canção com o tema Sempre, Há Sempre Alguém. Ainda em 1990, foi receber a Hollywood, nos Estados Unidos o prémio IMOF (International Market Festival Echanges of Cultural Events) que venceu na Holanda. Seguiu-se uma passagem pela Finlândia, em 1991, onde Nucha participou no Midnight Sun Contest, com a canção Porta Proibida. O primeiro álbum de originais, Tu Vais Ver, chegou finalmente em 1992, servindo de mote a uma digressão por Portugal, feita de espectáculos a solo. Dois anos depois, Todos Me Querem viu a luz do dia, e revelou-se um verdadeiro sucesso de vendas. Após a edição do álbum, Nucha partiu à conquista do mercado internacional. Em 1995, a cantora desempenhou o papel de apresentadora de televisão no programa Casados de Fresco, transmitido na RTP1 e RTP Internacional e, no ano seguinte, regressou à música com o seu terceiro registo de originais, intitulado Sedução, com produção de Roberto Leal. O trabalho seguinte chegou às lojas em 1997 e chamou-se Anda (Que Eu Vou Ficar à Janela). Nucha desenvolveu aqui as suas potencialidades de letrista, assinando grande parte das letras incluídas no disco, deixando a música a cargo de Filipe Neves. Luz data de 1998 e produziu o êxito Viver sem ti (não pode ser), uma versão de All By Myself que esteve na base do sucesso de vendas do álbum. O ano de 1999 foi marcado por uma mudança de visual, que se traduziu num corte de cabelo adaptado à chegada do novo milénio. Nucha apresentou assim o seu mais recente trabalho, intitulado Destino, com uma imagem renovada e aprovada pelos fãs. As gravações do disco decorreram nos estúdios Yahoo, no Rio de Janeiro, com a produção do brasileiro José Henrique. Em 2004 é eleita Rainha da Canção 2004. Em 2005 lança uma nova versão de Sempre, há sempre alguém e uma balada pop-rock Por ti sinto desejo que conta com a assinatura de Ménito Ramos! Corre o País em 2006 com o Tour Tributo ao Festival da Canção junto com Anabela, Paulo de Cavalho, Duarte Mendes e Fernando Pereira acompanhados por uma orquestra dirigida por Armindo Neves. Um Tour que merceu por parte da crítica os maiores elogios! O Nucha On-Tour 2006 foi um sucesso, facto que fez prolongar-se por mais uma temporada passando a chamar-se Nucha On-Tour 2007. 2007 é o ano de Regresso. Este album marca o regresso da Nucha. O regresso às origens do Rock e dos Blues e o regresso à Ovação que foi a sua primeira editora. Um CD em que Rafael Artesero é o produtor e compositor.
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TAYTI
As Tayti são duas jovens que se juntaram no meio musical há sensivelmente 5 anos. Desde aí, o seu percurso musical tem vindo a crescer de trabalho para trabalho. O 1º CD que o duo lançou, intitulava-se Mexe o Tutu e foi um grande sucesso, tanto a nível de espectáculos com a nível de vendas, atingindo a Platina e estando no top mais de 10 semanas consecutivas. Foi um disco recheado, todo ele, de ritmos com uma modernidade sonora muito agradável de se ouvir e dançar. Depois surge o revivalismo com Venham mais mil, recheado de rumbas e de ritmos provenientes dos anos 40 e 50, e o Dá-me um xoxo, o 3º trabalho desta dupla que marcou pelos ritmos contagiantes e quentes. Em 2002 é editado Tayti4 que tal como o nome indica é o 4º trabalho a ser lançado e onde mais uma vez os ritmos latinos imperam, destacando-se igualmente a inclusão de dois temas gravados ao vivo. Agora, em 2003, as Tayti juntam-se à Espacial e editam Pula pula, mexe mexe (esse teu corpinho) o titulo do mais recente trabalho desta dupla que irá incendiar o Verão. Este é um trabalho que, à imagem dos anteriores, explora os ritmos quentes e latinos sem que com isso se menospreze as baladas românticas que podemos ouvir, interpretadas pelas Tayti. Em Pula pula, mexe mexe (esse teu corpinho) destacam-se igualmente outros temas, como é o caso de: Alô, sou eu e Só com amor entre outros. Este cd, inclui ainda um tema completamente diferente e que será a surpresa das Tayti para todo o público. Agora só resta partir à descoberta desta dupla e com elas passar agradáveis momentos, sempre a pular e mexer ao som das Tayti.

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Monica SINTRA
A menina bonita da música portuguesa No ano de 1978, nascia em Lisboa Mónica Sintra. Em 1993, Mónica pertencia aos “Jovens Cantores de Lisboa”, coro dirigido por Ana Faria, quando ganha o primeiro lugar no Concurso de Música do programa de televisão “Momentos de Glória”, da TVI. Em 1995, iniciou aulas de canto com a professora Cristina de Castro, as quais ainda hoje mantém. No mesmo ano, surgiu o seu primeiro trabalho discográfico “Tu és o meu Herói”. O primeiro disco de platina surgiu em 1998, com “Afinal havia outra”, galardão que repetiu um ano depois com o álbum “Na minha cama com ela”. O último trabalho de Mónica Sintra “À espera de ti” foi lançado em 2006.
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nelo MONTEIRO
nasceu em Barrô - Rezende e criado no concelho de Santa Marta de Penaguião, um douriense de gema. Até aos vinte anos de idade viveu entre os vinhedos do vinho do Porto, onde fez de tudo um pouco. Aos vinte anos foi para o serviço militar durante 3 anos. Acabado o serviço militar obrigatório entrou para os Altos Estudos Militares como civil onde esteve onze anos, depois teve paralelamente um stand de automóveis. Foi também condutor particular. Foi proprietário de uma fábrica de mobiliário metálico e em 1984 trocou tudo por oito canções inéditas de sua autoria que gravou por brincadeira e que se tornaram em caso muito sério. Os seus primeiros trabalhos, como autor e compositor foram editados em Dezembro de 1984 com o maestro Jorge Machado e desse álbum dois temas tornaram-se na época êxitos de vendas foram eles: Azar na Praia e Alô, alô Maria Antónia dos quais se venderam alguns milhões de cópias. Em Maio de 1985 segue-se a edição de um novo trabalho Retrato Sagrado também ele um enorme sucesso de vendas e que passados 18 anos ainda hoje vende. Nos anos seguintes continuou a gravar discos de grande sucesso que são do agrado do povo português espalhado pelo mundo. Dedicado de alma e coração à música correndo o mundo de lés a lés Nel Monteiro já vai a caminho de dezanove anos de carreira cheios de prazer e alegria cantando temas bem populares com muito sentimento e amor que já lhe deram 15 DISCOS DE PRATA, 10 DISCOS DE OURO e 5 DE PLATINA. Apesar de pouco tempo que tem para descansar, ainda aproveita para desenhar uns retratos de família e amigos, coisa que faz com muito prazer. Nel Monteiro, faz-se acompanhar nos seus espectáculos sempre da sua super banda e duas bailarinas. Nel Monteiro é intérprete, autor, compositor de todos os seus trabalhos. Agora também criou a sua própria editora, que dá pelo nome de DISCODOURO e tem também uma distribuidora MUSICADOURO ambas as empresas sedeada em Alebergaria-a-Velha/Aveiro. Este mais recente trabalho ( DOURO VINHATEIRO ), é uma homenagem à sua região natal.

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Mickael CARREIRA
A grande revelação Mickael Carreira apresentou-se aos portugueses em 2006 e desde então tem conquistado inúmeros fãs. O seu talento superior para a música ficou demonstrado muito cedo. Aos 11 anos de idade começou a estuda piano no Conservatório. Entretanto, aprendeu a tocar guitarra com o pai, o célebre cantor Tony Carreira. No ano de 2001, com apenas 15 anos, Mickael subiu ao palco do aclamado Olympia de Paris, acompanhando à guitarra uma música de Tony Carreira. Em Maio de 2006, Mickael estreia-se a solo no Pavilhão Atlântico e em Julho do mesmo ano lança o seu primeiro disco que, com título homónimo – “Mickael”, rapidamente alcança a tripla platina. O disco foi produzido por Ricardo Landum e é composto por 13 temas que variam entre as baladas românticas e os ritmos pop latinos. Já em 2007, Mickael Carreira é nomeado para os Globos de Ouro e é o vencedor do Prémio Revelação na categoria de Música.
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Jorge FERREIRA
É com muito orgulho e satisfação que falo de Jorge Ferreira cuja carreira artística tive oportunidade de acompanhar desde o seu início, tímido e reservado, ninguém diria que na rampa de lançamento estava aquele que hoje considerado um autêntico embaixador da música portuguesa no Mundo. Não obstante, nunca deixou de ser a pessoa simples e simpática que conheci então, não esquecendo nunca os amigos nem o caminho aqui e ali espinhoso da sua triunfante carreira. Nascido na Freguesia da Ajuda Bretanha, concelho de Ponta Delgada, Ilha de S.Miguel Açores, é o mais novo de seis filhos de Francisco Ferreira e Maria Rosa Ferreira. Desde muito novo demonstrou interesso pela música e inscreveu-se na Filarmónica local, ainda no tempo da instrução primária. Já tocava alegremente o trompete e harmónica quando é informado pelos pais que tinha de os acompanhar para os EUA deixando atrás cinco irmãos que só mais tarde viriam fazer companhia á família. A vida na América começa com algumas dificuldades. A escola, o ter de ajudar os pais e a necessidade de trabalhar na agricultura. Tempos difíceis costuma recordar, mas dentro dele a paixão pela música como que lhe dá incentivo para ultrapassar todas as dificuldades, até porque neste lado do Atlântico se tornava mais fácil arranjar maneira de aprender música. Começa por se integrar num agrupamento musical e em breve o seu nome circula por toda a parte. Eram os tempos dos serões dançantes nos clubes, salões de igrejas e arraiais. O menino da Bretanha cantava Inglês e português, e aos poucos a sua vóz ganhava tempo e espaço nos serões de milhares de portugueses neste lado do Atlântico. Mas o destino estava e uma das primeiras editoras discográficas portuguesas em Fall River contacta-o para fazer três gravações em português. Na altura assina um compromisso que dura três anos e estava aberto o caminho para novas fronteiras... Uma nova estrela tinha nascido. Hoje o nome Jorge Ferreira é conhecido em todo Mundo de expressão portuguesa. Solicitado pelos grandes empresários, comparece nas maiores plateias do Mundo e é reconhecido como um dos mais queridos artistas portugueses da actualidade e aquele que mais saudades deixa por onde quer que passa. Jorge Ferreira tem anos de percorrer de 16 a 20 paises, o que se traduz em meio ano fora do país onde vive e por vezes convidado por autoridades americanas a cantar o hino nacional português nos campeonatos mundiais de futebol, normalmente quando a selecção portuguesa joga nos EUA. Hoje conhecido em Portugal como um dos maiores artistas e compositores da música ligeira e popular portuguesa, com mais de quatro milhões de discos vendidos.... Caso raro na imigração e não só. A actividade de Jorge Ferreira não se restringe aos espectáculos. O tempo que lhe resta dedica-o ao seu estúdio de gravação equipado com a electrónica mais sofisticada do momento que lhe permite fazer as suas próprias gravações bem como as de outros artistas locais e de outros países. No seu brilhante reportório conta hoje com cerca de 40 discos gravados, destacando-se 24 premiados de disco de ouro, 14 platina, cerca de 600 canções da sua autoria e gravadas por si, assim como também dezenas de canções que fez para nomes como, Jose Ribeiro, Luis Manuel, Luis Filipe Reis, Tony Carreira e muitos outros locais e de outros países. Assim dando também aos mesmos oportunidades nos seus espectáculos onde começaram suas carreiras. Já foi nomeado o homem do ano da cidade de Fall River, galardoado na Atlantic City como embaixador da música portuguesa, estimando-se em centenas de artistas e grupos musicais de língua portuguesa que cantam e gravam as suas canções. Destas destaque para, Viva Fall River, Mãe, Mãe Já Partiste, Os Olhos Da Minha Mãe, Carro Preto, Carro Branco, Caminhos Da Califórnia, Era Pouco e Acabou-se, A Chupeta, Como Este Mundo Mudou, Papai, Açoreano De Raíz, Um Velhinho Caminhava, Não Há Gente Como a Gente, A Portuguesa É a Mais Linda, Nos Arraiais, Etc... Muito mais haveria a dizer deste artista português que um dia deixou a sua Bretanha para levar um pouco da nossa cultura através da sua música aos cantos mais distantes da terra. Casado com Yvonne Ferreira, tem duas filhas e um filho, Alison, Elizabeth e Jordan, todos eles com inclinação para a música, pelo que não seria de admirar se um dia os virmos todos juntos num grande espectáculo para os portugueses espalhados pelo Mundo. A sua maneira própria de estar na vida, a sua honestidade e sinceridade fazem dele uma personalidade respeitada e querida por todos.

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josé Alberto REIS
O cantor romântico O cantor romântico José Alberto Reis nasceu para o mundo da música. Em 1983, José Alberto Reis leva a palco o seu primeiro espectáculo, em Marco de Canaveses, interpretando Nesta tarde sem fim, um poema sem título de Fernando Pessoa. Em 1984, prepara a edição de um disco e apresenta-se nas festas populares em todo o país. No ano seguinte, assina contrato com a EMI-Valentim de Carvalho e dá início à sua carreira profissional. Em 1987, inicia a gravação do seu primeiro disco Amo-te e em Setembro edita o segundo single, Setembro, que se mantêm nos tops nacionais durante meses. Compõe e grava Sonhando, faz tournées pelo país e ganha o seu primeiro disco de ouro. Em 1989, surge o segundo single, Abraça-me Assim, que se torna disco de prata. Participa na XXV edição do Festival da Canção com o tema Palavras Cruzadas, letra e música de Carlos Paião e conquista o 4º lugar. O seu novo trabalho discográfico, Encanto, é editado em 1990. Em 1993, assina contrato com a VIDISCO e lança-se em tournée pela Europa. O seu ábum Alma Rebelde (1994) vende na primeira semana de exposição 12 mil cópias. José Alberto Reis recebe o seu segundo disco de prata. Em 1996, recebe o seu segundo disco de ouro por Alma Rebelde e o seu terceiro disco de prata por De Alma e Coração. No ano de 1997, é editada uma colectânea dos seus melhores êxitos, comemorando os seus dez anos de carreira com o álbum, O Melhor de José Alberto Reis. Em 1999, lança o álbum Confia em Mim, considerado pela crítica um dos melhores discos do ano e um sucesso. Em 2001, o disco Mágoa com treze temas, metade dos quais da sua autoria, é um êxito. De sonoridade marcadamente latina, José Alberto Reis convida o cantor brasileiro Vinícius para um dueto em Dois Amigos. Em 2005, lança o álbum Amor intemporal e em 2006, comemora com sucesso 20 anos de Carreira, gravando ao vivo um CD duplo e um DVD (o primeiro) com os êxitos mais conhecidos do público.
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DANA
Foi um ano de muito trabalho e dedicação. CANTAR PORTUGUÊS, foi um projecto muito bem elaborado e conciso, tendo como Mentor e Alma o produtor Vasco Lima. Sem ele nada disto teria sido possível. Sem ele, este sonho nunca se tinha tornado realidade. Vasco, a ti, devo-te a realização deste sonho lindo. Obrigada por teres, desde o primeiro dia, acreditado sempre em mim. Desculpa se por vezes fui insegura, inexperiente, sei que não foi fácil lidares comigo, mas obrigada por teres lá estado e teres sido sempre o meu ombro amigo. Este projecto, é nosso e sempre será. Sem a Tua Alma e dedicação, a minha voz também não tinha qualquer valor. Conseguimos transpor para as músicas e letras aquilo que pretendemos desde o princípio: AMOR é a resposta, Esperança a chave... ACREDITAR sempre num novo amanhã. Espero que quem ouvir este projecto se sinta FELIZ. Ao SOL e à LUA, agradeço a inspiração, e por sempre me terem iluminado e ajudado a ver o caminho, e ajudado a acreditar. SIRANDA, é um dos temas populares Portugueses que o projecto tem, este em particular, é muito especial e querido para mim. É uma homenagem que faço à minha Bisavó Margarida Pereira, e que a recolha Etnofolclórica foi feita pelo meu Avô, Sebastião Mateus Arenque. Aos dois, o meu humilde e singelo agradecimento por existirem sempre no meu coração. Aos meus pais, espero que vos encha de orgulho este meu primeiro trabalho musical, É uma realização pessoal, da qual vós nunca esperaram que viesse de facto a acontecer. AMO-VOS.Á minha linda mana, meu coração está sempre contigo. Obrigada por sempre acreditares num novo amanhã. Que os Deuses te abençoem eternamente. AMO-TE. A todos os que lerem estas simples palavras apenas uma coisa: Que o Sol seja o vosso guarda, e vos ensine a caminhar; a Lua a vossa luz quando nada vos ilumine; e que vós mesmos sejam a resposta para todas as vossas perguntas... que os DEUSES vos abençoem

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Ana MALHOA
Nascida para brilhar Ana Malhoa começou a cantar aos seis anos de idade, acompanhada pelo seu pai, José Malhoa com quem gravou o single de sucesso Pai Amigo. Aos 8 anos Ana foi convidada a apresentar o programa de televisão O Grande Pagode, que foi um enorme sucesso e durante o qual Ana Malhoa criou laços inequebráveis com o seu público – as crianças. A estreia a solo da cantora deu-se com o álbum Calças rasgadas. Aos 15 anos de idade, Ana foi escolhida para apresentar o programa Super Buéréré da SIC, um programa infantil ao qual deu a cara durante seis anos. O programa foi um êxito do qual resultaram 4 CDs que Ana Malhoa gravou no âmbito do programa. Após estes seis anos de sucesso, Ana Malhoa edita o seu 2º álbum de originais Ana Malhoa, que foi um êxito imediato. No ano seguinte edita o seu 3º álbum, Por Amor. Ainda neste ano apresenta o programa Domingo Fantástico. Durante este tempo, lança o 4º e 5º álbum de originais: Eu... e Eu sou latina. Em 2005 lança mais 2 CDs: BuédaFixe e Hot Reggaeton. Actualmente Ana Malhoa é uma das artistas mais requisitas para actuações em Portugal, mas também marca presença um pouco por toda a Europa.

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