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ARTISTAS DA MUSICA PORTUGUESA
   

 

 

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Ana MALHOA
Nascida para brilhar Ana Malhoa começou a cantar aos seis anos de idade, acompanhada pelo seu pai, José Malhoa com quem gravou o single de sucesso Pai Amigo. Aos 8 anos Ana foi convidada a apresentar o programa de televisão O Grande Pagode, que foi um enorme sucesso e durante o qual Ana Malhoa criou laços inequebráveis com o seu público – as crianças. A estreia a solo da cantora deu-se com o álbum Calças rasgadas. Aos 15 anos de idade, Ana foi escolhida para apresentar o programa Super Buéréré da SIC, um programa infantil ao qual deu a cara durante seis anos. O programa foi um êxito do qual resultaram 4 CDs que Ana Malhoa gravou no âmbito do programa. Após estes seis anos de sucesso, Ana Malhoa edita o seu 2º álbum de originais Ana Malhoa, que foi um êxito imediato. No ano seguinte edita o seu 3º álbum, Por Amor. Ainda neste ano apresenta o programa Domingo Fantástico. Durante este tempo, lança o 4º e 5º álbum de originais: Eu... e Eu sou latina. Em 2005 lança mais 2 CDs: BuédaFixe e Hot Reggaeton. Actualmente Ana Malhoa é uma das artistas mais requisitas para actuações em Portugal, mas também marca presença um pouco por toda a Europa.
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AGATA
BIOGRAFIA Fernanda de Sousa nasceu em Lisboa no dia 11 de Novembro de 1959. Cedo foi óbvia a sua inclinação musical, nas apresentações caseiras que realizava com os irmãos, e depois nas festas da escola onde era já uma presença obrigatória. Com apenas 14 anos grava aquele que é o seu primeiro trabalho intitulado “Heróis Trabalhadores”, e entra neste ano no Centro de Preparação de Artistas da Emissora Nacional, onde frequenta o curso de música e arte. É em 1974 que grava aquele que viria a ser o seu segundo disco “Já não estou sozinha”, permitindo-lhe percorrer o país ao lado de grandes nomes da canção portuguesa, como António Calvário, Tony de Matos, Mª de Lurdes Resende, Fernando Farinha, entre muitos outros. Este é um ano de Ouro para Fernanda de Sousa. Empresta a sua voz a um tema de uma série de desenhos animados, que ficaram para sempre gravados na memória dos mais pequenos – Abelha Maia. Grava o tema “Caso Meu” da telenovela “D. Chepa” e interpreta em dueto com Art Sullivan o tema “L'amour a la Françoise”. Com apenas 17 anos integra a formação da 1ª girls band nacional “Cocktail”, mas já com o desejo de mais tarde ingressar numa carreira a solo. Com esse propósito, participa no Festival RTP da Canção em 1982, com o tema “Vai mas Vem” que lhe valeu o prémio de revelação do ano. Apenas 3 anos depois integra as “Doce”, onde permanece até à extinção do grupo. O seu desejo de uma carreira a solo é realizado em 1986, editando o single “Quentinha e boa”, e cerca de 1 ano depois “Amor Latino”, seguindo-se “Louca por ti” dirigido por Toy. Com a mudança de editora, e com a colaboração de Ricardo Landum, grava aquele que seria o seu primeiro álbum – “Perfume de Mulher”. Em 1994, já com o nome de Ágata, atinge o seu primeiro disco de platina. Um êxito que se mantem por 52 semanas no top nacional de vendas, e que ainda hoje continua a ser adquirido. Em 1995 seguem-se mais alguns sucessos como “Maldito Amor”, “Tudo foi por ciúme”, “Mãe Solteira”, “Foi Contigo” e “Desgostos de Amor”. É este ano de 1995 que marca uma nova etapa na vida de Ágata, uma faceta mais romântica e harmoniosa, com a edição de “Escrito no Céu”, onde se destacam os temas “Comunhão de Bens”, “Não mereço tanta dor” e “Quando as luzes se apagarem”. Em 1998 inicia-se um novo capítulo na história e carreira de Ágata, com o nascimento do seu 2º filho – Francisco, a quem dedicou uma música no álbum que nesse ano edita - “De hoje em diante”. Em 2000, “Sozinha”, um tema composto por Ricardo Landum, dá nome a um novo trabalho, cujas letras são bastante actuais, que nos falam de relações acabadas, desilusões e mágoas amorosas, mas que não fogem do estilo musical desta cantora, que prima pela sensibilidade. Numa retrospectiva da sua carreira, surge nos escaparates musicais em 2001 o álbum “20 anos”, uma compilação com os temas que fizeram sucesso na voz de Ágata, mas onde se pode igualmente conhecer 4 temas inéditos. Em 2002 é editado “Viver a dois”, a expressão de empenhamento, a recriação de momentos que ao longo de 13 temas transitam sem complexos, entre as emoções contraditórias da alegria, tristeza, saudade, sonho e vontade. Ágata considera “Viver a Dois” o seu melhor trabalho, uma recriação da sua forma de vida e uma descrição da vivência de tantas pessoas que, como Ágata, partilham a vontade de viver. Em 2004 apresenta um trabalho surpreendente. Um álbum duplo, com a particularidade de cada cd ser gravado e produzido em estúdios diferentes. O resultado permitiu obter sonoridades diversas dos ritmos latinos como a salsa, rumba ou mesmo o tango, abarcando toda a capacidade interpretativa desta cantora. Com a entrada de 2005 surge um novo trabalho, intitulado de “Abençoada”, e desta forma Ágata agradece todo o apoio que tem recebido por todos ao longo destes anos, sentindo-se verdadeiramente “Abençoada”. Ágata é a personificação de um sonho, e a satisfação plena na realização pessoal e profissional, que tem vindo a construir ao longo destes largos anos de carreira. De energia vibrante e poderosa que a todos contagia, Ágata sabe como ninguém transmitir aquilo que lhe vai na alma, transpondo nas letras das suas músicas a realidade de tantos ouvintes que tanto a acarinham.

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Emmanuel
A ambição e determinação de Emanuel levam-no, com apenas 10 anos de idade, a deixar a terra onde nasceu (Covas do Douro, no concelho de Sabrosa) e a rumar até Lisboa. Em 1973, inicia a aprendizagem musical numa escola especializada em guitarra clássica, tornando-se mais tarde professor. Rapidamente passa a ser solicitado para compor e orquestrar músicas para intérpretes de renome: Cândida Branca Flor, Dino Meira, João Marcelo, José Malhoa, Mário Gil, Marco Paulo, entre tantos outros. No ano de 1992, Emanuel assume-se como intérprete, com o seu primeiro disco “Tu sabes que já foste minha”. Um ano mais tarde é editado o álbum “Portugal, ai que saudade”, um hino ao emigrante. Com o álbum “Rapaziada vamos dançar”, Emanuel dá uma nova dinâmica à sua música e no ano seguinte torna-se num fenómeno de popularidade com o álbum “Pimba, Pimba” (510 mil cópias vendidas). Em 1997, a receptividade ao novo conceito musical criado por Emanuel é confirmada nas vendas do disco “Vamos a elas”. Com o álbum “Felicidade (quando o telefone toca)”, em 1998, Emanuel acentua a sua faceta de cantor romântico. “Enamorado (para sempre)” é lançado em 1999 e Emanuel recebe nos Estados Unidos (Nova York), o título de “Embaixador da Música Portuguesa”, prémio atribuído pelas várias associações portuguesas espalhadas pelo mundo. Em 2000, Emanuel é homenageado com um grande concerto no Cine-Teatro Tivoli, em Lisboa e comemora o sucesso alcançado com o álbum desse ano, “Vem esta noite”. Em 2001, alcança de novo o sucesso com o álbum “Saudades de Ti (saudades)” e compõe quatro canções para a telenovela “Anjo Selvagem” (TVI). No ano seguinte, lança o disco “Vem ser feliz comigo” e compõe a banda sonora da telenovela “Sonhos Traídos” (TVI). Em 2003 são editados os álbuns “O Melhor de Emanuel” e “Ontem, Hoje e Sempre”. Nesse ano, repetindo a experiência do Tivoli, Emanuel volta a juntar o seu público numa sala de eleição, o Coliseu dos Recreios, em Lisboa, para a comemoração de 10 anos consecutivos de êxitos. No ano seguinte, é a vez do Coliseu do Porto receber Emanuel, com igual sucesso. Em 2005 lança o álbum “No Meu Silêncio”. Ainda nesse ano sai o primeiro número do jornal Emanuel, 60.000 exemplares distribuídos gratuitamente. Em 2006 esta publicação passa a ser editada na Europa e Estados Unidos da América e ainda nesse ano, Emanuel volta a encher o Coliseu dos Recreios em Lisboa. No mês de Junho, é editado o álbum “Emanuel”. Um trabalho diversificado e abrangente que nos apresenta um Emanuel cada vez mais ciente da diversidade de idades e de gostos daqueles que o ouvem.

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